Todos os anos, o Programa de Oncobiologia - com apoio da Fundação do Câncer - lança um edital de pesquisa para grupos de pesquisa básica que investigam os diferentes tipos de câncer. Este ano, serão 10 projetos de pesquisa contemplados com um valor anual de 9 mil reais cada. Apenas os grupos de pesquisa cadastrados no Programa de Oncobiologia podem concorrer - e ao longo do ano, nós vamos contar aqui um pouco mais sobre o trabalho desses cientistas.
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Semana que vem temos Seminário do Programa de Oncobiologia, aqui na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), campus Fundão.
Vamos recepcionar e dar as boas-vindas aos novos grupos de pesquisa credenciados no Programa de Oncobiologia, e ouvir dois palestrantes: Prof. Frederico Alisson da Silva, Instituto de Microbiologia Paulo de Góes, que vai falar sobre o tema: “Ingestão de carboidratos não humanos presentes na carne vermelha como novo fator de risco para o câncer de cólon: A solução está na microbiota?”.
E Julio Cesar Freitas Junior, do Programa de Oncobiologia Celular e Molecular (INCA), apresenta o tema “Decifrando o glico-código do câncer colorretal”.
Não é necessária inscrição prévia, e a entrada é gratuita, participe!
16 de agosto às 7:00Ver no facebook



A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) avaliou que o "turno de trabalho noturno" é um agente provavelmente carcinogênico para humanos, ou seja, provavelmente favorece o desenvolvimento de câncer. Ele foi situado no grupo 2A, o mesmo onde está o consumo de carne vermelha ou o risco de câncer ao ingerir bebidas quentes, acima de 65 graus celsius.
Pra ficar bem claro: "turno de trabalho noturno"quer dizer trabalhar durante as horas em que a maioria das pessoas de uma população está dormindo, tendo como efeito a alteração do ritmo circadiano da fisiologia normal do organismo.
A avaliação foi feita com base na análise de diversos estudos recentes sobre o tema, e considerou que as evidências da associação entre o turno de trabalho noturno e o câncer em humanos são limitadas, as evidências de câncer em animais experimentais são suficientes, e há fortes evidências mecanísticas em animais experimentais
14 de agosto às 8:00Ver no facebook



Veja essa dica em São Paulo - para oncologistas, pesquisadores, alunos da pós e da graduação: dias 30 e 31 de agosto acontece o primeiro encontro de Terapias Avançadas, Células e Genes (TACG) da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular. Um dos temas abordados será a terapia CAR-T - uma das mais avançadas técnicas de engenharia genética contra o câncer.
Mais informações no site: http://tacg.abhh.com.br/
12 de agosto às 11:53Ver no facebook



Alunos e alunas da graduação e pós-graduação, pesquisadores e pesquisadoras do câncer: a submissão de resumos para apresentação no Simpósio De Oncobiologia 2019 foram prorrogadas - mas é só até dia 12/08!
Podem ser inscritos trabalhos que investiguem diferentes tipos de câncer, nas seguintes subáreas: bioinformática, biologia celular, biologia estrutural, biologia molecular, educação e divulgação científica, glicobiologia, metabolismo, proteômica e metabolômica, regulação gênica, sinalização celular, terapia celular ou terapia com fármacos e produtos naturais.
O evento acontece entre os dias 23 e 25 de setembro, no Rio de Janeiro. Compartilhe com pessoas interessadas e participe!
8 de agosto às 11:57Ver no facebook



Todos os meses, alunos e alunas da pós-graduação e pesquisadores participam do Seminário de Oncobiologia, que convida cientistas que estudam o câncer para apresentar seus trabalhos em curso.
Na edição de julho, um dos participantes foi o pesquisador Vitor Hugo de Almeida, do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis (IBqM) da UFRJ, que falou sobre sua pesquisa com proteínas ligadas a coagulação do sangue e que também participam da resistência de células do câncer do colo do útero (também conhecido como câncer cervical) à quimioterapia.
7 de agosto às 7:00Ver no facebook



Nós compartilhamos muitas pesquisas em curso nas universidades públicas sobre os diversos tipos de câncer. E muitas vezes fica a pergunta: por que o resultado dos estudos - novos medicamentos, tecnologias para o diagnóstico - não chega aos pacientes com câncer?
O tema é complexo e as respostas são muitas. Mas para entender melhor o cenário, é preciso compreender política científica e o impacto dela no trabalho dos cientistas. No fim do mês passado, a reunião anual da SBPC - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência reuniu mais de 30 mil pessoas em Campo Grande. Além das apresentações de pesquisas científicas, o público debateu temas relacionados a política científica. Um deles foi... o excesso de burocracia, que atravanca - e toma tempo - dos pesquisadores.
"Para avaliar o custo da burocracia na ciência brasileira, Fernando Peregrino, presidente do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies), fez um levantamento que indica que os pesquisadores no País gastam, em média, um terço do seu tempo em atividades relacionadas à gestão dos projetos científicos. Para se ter uma ideia, se considerado o gasto com pessoal nos dispêndios nacionais em ciência e tecnologia em 2016, essa porcentagem equivale a R$ 9 bilhões; no sistema federal somente, esse valor seria de R$ 3 bilhões. 'Ou seja, nós jogamos fora, em termos de gastos desperdiçados com a mão de obra em ciência e tecnologia [com a burocracia], o equivalente a um CNPq e a uma Finep no ano de 2016', contabiliza."
5 de agosto às 11:34Ver no facebook



Imagine poder tomar uma vacina contra o câncer? Pois ela já existe - e reduz as chances de câncer de colo do útero. Que tal aproveitar as férias e levar as meninas (de 9 a 14 anos) e os meninos (de 11 a 14 anos) para serem vacinados gratuitamente na rede pública de saúde?
"Em declaração divulgada em 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer, a IARC endossou a posição da Organização Mundial da Saúde e confirmou que a vacinação contra o papiloma vírus humano (HPV) é segura, eficaz e primordial no controle do câncer do colo do útero", afirma o site do Instituto Nacional de Câncer.
"Os últimos dados da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC, na sigla em inglês) mostram que aproximadamente 570 mil novos casos de câncer do colo do útero foram diagnosticados ao redor do mundo em 2018, fazendo deste o quarto tipo da doença mais comum no planeta. A cada ano, mais de 310 mil mulheres morrem dessa doença prevenível, e aproximadamente 90% dessas mortes ocorrem em países de baixo e médio desenvolvimento."
Projeto férias - ativar!
31 de julho às 8:00Ver no facebook



Olha a dica boa para profissionais da saúde que atuam na saúde básica: curso online e gratuito oferecido pelo Instituto Nacional de Câncer!
"O curso a distância vai orientar os profissionais sobre as estratégias de detecção e diagnóstico precoces e rastreamento dos tipos de cânceres mais incidentes na população (Colo do Útero, Mama, Pele, Próstata, Colorretal e Boca). "
As inscrições vão até dia 06/08! Gostou? Compartilhe com seus amigos e amigas interessadas!
31 de julho às 8:00Ver no facebook



Diferentes pacientes de câncer de mama, um mesmo tratamento quimioterápico, e diferentes respostas. Por que, em algumas pacientes, as células cancerígenas não morrem em contato com o medicamento - mas são totalmente eliminadas em outras pacientes? A pesquisadora Gabriela Nestal de Moraes, do Instituto Nacional de Câncer, conta um pouquinho sobre um dos projetos de pesquisa que coordena, que busca compreender o papel da proteína XIAP na resistência de células do câncer de mama.
Para ler a matéria completa, acesse o nosso site: http://oncobiologia.bioqmed.ufrj.br/noticias_onconews_detalhes.asp?ID=961
29 de julho às 8:00Ver no facebook



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