Dica boa: começou hoje o Pint of Science, um evento que reúne pesquisadores com o público, para falar de ciência de uma forma simples e acessível em ambientes informais - como bares. Vão rolar atividades em 85 cidades de todo o Brasil, vale conferir a programação completa.
Aqui no Rio de Janeiro, dois pesquisadores do Programa de Oncobiologia vão conversar sobre Imunoterapia do câncer, amanhã a noite, guarde na agenda. Os cientistas João Paulo Viola e Martin Bonamino, do INCA, estarão no Empório Colonial, no centro da cidade, mais informações no link.
#pintofscience
Há 22 horasVer no facebook



A cientista Rossana Soletti, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, conta sobre um trabalho que reúne pesquisadores de biologia e engenharia biomédica, que fazem testes com um novo tipo de exame que une a colonoscopia à técnica do ultrassom. De acordo com as evidências coletadas até agora, a combinação dessas duas técnicas fornece mais informações sobre o estado das camadas do intestino, ajudando a diagnosticar inflamações e tumores do cólon e também avaliar a recuperação da mucosa intestinal durante tratamentos.
Para ler a matéria completa, acesse o nosso site - http://oncobiologia.bioqmed.ufrj.br/noticias_onconews_detalhes.asp?ID=911
16 de maio às 12:54Ver no facebook



Dica boa para quem mora no Rio de Janeiro: aproveite o fim de semana para passear no Museu da República, no Catete, e aproveite para conferir a exposição "A mulher e o câncer de colo do útero".
10 de maio às 8:00Ver no facebook



Desigualdade social na incidência e morte pelo câncer - esse é o tema do editorial da mais recente edição da Revista Brasileira de Cancerologia. A estimativa de mortes provocadas por câncer em 2018 é de 9,6 milhões - e 75% deste total em países de baixa e média renda - onde o Brasil se insere.
"É preciso que mudanças ocorram com a finalidade de inverter os atuais indicadores epidemiológicos. Muitos tipos de câncer são preveníveis e poderiam ser evitados. Outros, ainda, são curáveis. Evitar a exposição aos agentes carcinogênicos, não fumar, ter uma alimentação saudável, praticar atividade física, promover ações educativas sobre os principais sinais e sintomas sugestivos de câncer, e ampliar o acesso da população ao diagnóstico e ao tratamento de qualidade estão entre as principais medidas a serem adotadas para reduzir a incidência, aumentar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem com a doença. A melhoria de resultados depende, ainda, de informação qualificada, de adoção de medidas que visem à qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores, e da implementação de políticas públicas que priorizem a prevenção e o controle do câncer."
https://rbc.inca.gov.br/revista/index.php/revista/article/view/211/125
8 de maio às 16:13Ver no facebook



Como o estudo dos carboidratos - a glicobiologia - pode contribuir com a cura e tratamento do câncer? A doutora e professora Lucia Mendonça Previato, chefe do Laboratório de Glicobiologia do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ, fala sobre o tema no vídeo da série "Um minuto sobre o câncer".
O corte nos investimentos públicos para educação, ciência e tecnologia afeta diretamente pesquisas sobre o câncer nas universidades federais e institutos de pesquisa. E consequemente, afeta a saúde de todas e todos os brasileiros e brasileiras. #CienciaOcupaBrasília
Para ler a matéria sobre o Seminário do Programa de Oncobiologia na íntegra, acesse o site: http://oncobiologia.bioqmed.ufrj.br/noticias_onconews_detalhes.asp?ID=909
8 de maio às 7:00Ver no facebook



Quase toda a pesquisa científica brasileira sobre os diferentes tipos de câncer acontece no âmbito das universidades e institutos de pesquisa públicos.
Isso quer dizer que a pesquisa básica - que leva ao conhecimento sobre o câncer e ao desenvolvimento de novas formas de diagnóstico precoce, novos medicamentos e terapias - depende dos recursos públicos, investidos pelas agências públicas de fomento e dos recursos investidos pelo poder público.
O corte de investimentos na educação e pesquisa afeta o trabalho das pesquisadores e pesquisadores, e afeta o desenvolvimento tecnológico do Brasil no combate ao câncer.
Amanhã e quinta-feira, a SBPC - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência realiza uma importante agenda em Brasília, de diálogo com os congressistas e integrantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, para sensibilizá-los sobre a importância dos recursos para a educação e pesquisa. Além disso, acontecerão atividades em diversos estados, de diálogo com a população.
"A SBPC reforça que é urgente que toda a comunidade científica, os amigos da ciência e toda a sociedade unam forças e se mobilizem contra esse cenário de desmonte. Sem educação, sem ciência e sem tecnologia, o País não tem futuro."
#CiênciaOcupaBrasilia
#Ciencia #Pesquisa #Tecnologia #Educacao
7 de maio às 12:40Ver no facebook



A Agência Pública foi até Mato Grosso - o estado onde mais se utilizam agrotóxicos - para conhecer a história de pessoas com câncer e outras malformações relacionadas ao uso dos pesticidas.
"Entre os críticos dos agrotóxicos, alguns defendem que as políticas só vão mudar quando mais estudos forem feitos. `É preciso de mais pesquisas científicas para conseguir encontrar essa prova definitiva da relação dos agrotóxicos com doenças como câncer e malformação congênita`, afirma João de Deus, biólogo e especialista em segurança do trabalho do Ministério da Saúde, que atualmente mora em Sinop. 'Mas, quando se corta recursos para a ciência, fica cada vez mais complicado provar. Ele se refere ao corte, feito no ano passado pelo governo Michel Temer, de R$400 milhões no orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).
Outros pesquisadores entendem que os estudos existentes são o suficiente para mudanças nas políticas públicas, como ocorreu na União Europeia, que proibiu a atrazina e hoje debate a possível proibição do glifosato. 'As evidências científicas disponíveis em nível mundial e nacional são concretas, já nos auxiliam no processo de transição para novos modos de produção e de minimização dos efeitos nocivos dos agrotóxicos na saúde humana' , afirma a pesquisadora da UFMT e enfermeira especialista em enfermagem obstétrica, Mariana Soares. 'Porém os interesses políticos e econômicos do Brasil passam por cima de quaisquer estudos' "
https://apublica.org/2019/05/agrotoxicos-podem-ser-a-causa-de-casos-de-cancer-e-malformacao/
6 de maio às 11:10Ver no facebook



Dica para quem mora no Rio de Janeiro: terça-feira que vem é dia do Seminário do Programa de Oncobiologia, das 10h às 12h, aqui na UFRJ, no Fundão.
Nesta edição, o Professor José Roberto Meyer Fernandes apresenta sobre o tema: "Transportadores de fosfato inorgânico: de organismos unicelulares a células tumorais".
Não é necessário inscrição prévia, venha e participe!
2 de maio às 16:55Ver no facebook



O Programa de Oncobiologia da UFRJ recebeu a doação de um equipamento para pesquisas sobre o câncer dos Emirados Árabes Unidos. A doação foi intermediada pela Fundação do Câncer. "Recursos como esse são muito importantes, principalmente em um contexto de cortes nos investimentos para pesquisas", afirmou Robson Monteiro, coordenador do Programa, professor e pesquisador do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ.
29 de abril às 11:58Ver no facebook



Como pesquisadores e profissionais da saúde podem utilizar o Facebook para promover saúde e salvar vidas? Mais especificamente: como melhorar as mensagens sobre câncer publicadas nas páginas de Facebook? A jornalista Priscila Biancovilli conta um pouco sobre sua pesquisa de mestrado, que identificou estratégias de comunicação para que posts sobre fatores de risco para o câncer, prevenção, tratamento, diagnóstico precoce e cura tivessem o maior engajamento possível.
24 de abril às 17:12Ver no facebook



Ver mais no Facebook